quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Poesia II



Quando a existência tem vez.


Quando falar, fale a verdade
Quando casar, case por amor
Quando sorrir, sorria fielmente
Quando chorar, chore a dor

Quando cantar, cante ao léo!
Quando galopar, sinta a liberdade
Quando gritar, grite com vontade
Quando se é feliz, pouco importa a idade

Quando se tem amigos, temos ouro
Quando se tem falsetes, temos a ilusão
Quando se tem o verso, têm-se a solução
Quando se tem inimigos, têm-se o perdão

O canto ainda tem vez
Se não pararmos de cantar
Pois enquanto o amor dançar
A nossa existência tem vez

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Poesia

Sincero este meu verso
Que te faço nesta canção
Na sanga dos teus sentimentos
Tentei fisgar teu coração
Usei de todas as iscas
E até fiz, arrastão

Nas vestes do teu amor
Sou maltrapilho de rua
Remendo meus sentimentos
Nas noites claras de lua
Para ver se minhas vestes
Ficam tão lindas, quanto as tuas

Não vou perder a esperança
Não vou perder o ensejo
De fisgar teu coração
Cobrir teu corpo de beijos
Vestindo assim, o teu amor
Saciando assim, os meus desejos

Omar Franco